Felizmente, alguém realizou uma fala sobre os desvios éticos , primordialmente com prejulgamentos, cometidos pela imprensa brasileira. Claro que a fala não foi de um brasileiro, foi de Carlos Alberto Di Franco, representante da Faculdade de Comunicação da Universidade de Navarra (Espanha), no furum promovido pela Associação Riograndense de Imprensa.
Este fato é muito grave e compromete a imprensa falada, escrita e televisionada deste país.
O prejulgamento pode apontar um cidadão inocente , de forma irresponsável e irreverente, como culpado. Há, além da TV e do rádio, revistas especializadas em sensacionalismo, tragédias e intrigas. Os cidadãos não podem permitir isto!! Providências devem ser tomadas!!
A imprensa brasileira não conhece limites, em nome da "liberdade de imprensa" vale tudo. Esquecem que a liberdade de imprensa termina quando começa o direito do cidadão, ninguém pode ser prejulgado.
Nossa imprensa é tendenciosa, sensacionalista e irresponsável.
Vejam o caso do acidente com o avião da Tan em São Paulo. Perduraram no assunto por mais de um mês. Mostraram o enterro de cada corpo encontrado. Sabemos que foi uma fatalidade e que , dito por especialistas, o aeroporto nada ou quase nada contribuiu para que o acidente ocorrece. A situação dos aeroportos brasileiros era caótica à longa data, e nunca neste país havia sido investido tanto em reformas de aeroportos. A imprensa falou isto? Nunca!!!
Lembram quando o Lula foi candidato à reeleição e não compareceu ao debate?
Colocaram até uma cadeira vazia no local do debate e tendenciosamente um reporter da Globo fez um pronunciamento sobre o "acontecimento". FHC teve a mesma atitude quando candidato, mas a reação da mídia foi bem outra!
São estas coisas que devem ser combatidas pelo cidadão, a imprensa deve informar e o cidadão é que irá interpretar a informação. Ninguém tem o direito de dar respostas ao que não foi perguntado!
O povo brasileiro, felizmente, está mais politizado e tem notado os desvios éticos da nossa imprensa.
A imprensa deveria crescer com o país, tornar-se menos tendenciosa, mais confiável, menos sensacionalista, mais respeitável e "isenta"!
O palestrante disse: "As pessoas cobram pouco da imprensa."
É isto mesmo! Temos que cobrar!
Muitas pessoas desistiram de ver TV e de ler determinadas revistas, mas isto não basta, vamos cobrar.
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